Vou postar algumas fotos pois vale a pena conhecer este paraíso.
Aqui é a praia do CRUMAI/SUBAUMA
Este é o rio do CRUMAI/SUBAUMA
A região de Gramado foi desbravada inicialmente por descendentes de açorianos, os chamados tropeiros, que utilizavam a região para o descanso do gado. A região permaneceu quase despovoada até 1913, quando começaram a chegar os descendentes de imigrantes alemães e italianos, os quais somaram suas características culturais ao povoado em formação.
Gramado foi desmembrado de Taquara e São Sebastião do Caí. Os primeiros moradores da região não eram elementos estrangeiros e teriam ali se estabelecido em 1875. Tempos após, em 1913, colonos descendentes de alemães e italianos ali se estabeleceram, iniciando o povoamento.
Sua denominação parece ter-se originado de um pequeno campo que ali havia e que servia de lugar de repouso.
É sabido que Gramado é um município filho de Taquara e neto de Santo Antônio da Patrulha. "O movimento emancipacionista de Nova Petrópolis foi precipitado pelo fato de que Gramado desejava emancipar-se de Taquara e para garantir a população necessária, propôs anexar Linha Araripe, Linha Brasil e Linha Imperial".
Localizado na Encosta Inferior do Nordeste, no Rio Grande do Sul, mais precisamente na Região das Hortênsias, Gramado dista 115 km da capital do estado, Porto Alegre. Faz divisa com Caxias do Sul (ao norte), Três Coroas (ao sul), Canela (a leste), Nova Petrópolis e Santa Maria do Herval (a oeste).
O município é parte das bacias dos rios dos Sinos e Caí e é entrecortado por vários riachos, nascentes, cascatas e lagos, além de possuir uma vegetação ainda densa de araucárias e outras árvores nativas.
Gramado foi colonizado principalmente por imigrantes alemães e italianos, mas em menor número, também foi colonizado por portugueses, sírios elibaneses
O município de Gramado pertence a zona climática Cfb, segundo a classificação do clima de Köppen. Tal tipo climático se caracteriza por ser um clima subtropical úmido temperado. No verão, temperatura amena, em torno de 22°C, com alguns dias mais quentes, mas com noites sempre agradáveis, moderadas pelo ar das montanhas e dos bosques. Os invernos podem ser rigorosos com temperaturas abaixo de 0°C, fortes geadas e ocasionais nevadas.
Gramado está localizado na Serra Gaúcha mais precisamente na Região das Hortênsias. Possui um relevo bastante acidentado tendo sua área urbana localizada a 830 metros de altitude. A combinação deste relevo com a hidrografia abundante proporciona à Gramado diversas cascatas e vales.
A vegetação típica de Gramado é a mata de araucárias, entretanto, nos locais mais baixos, encontramos também a mata atlântica.
Com uma economia voltada ao turismo (90% de sua receita é proveniente da atividade turística), a cidade recebe anualmente cerca de 2,5 milhões de turistas.
Atualmente existem mais de 100 indústrias no setor de móveis, 19 fábricas de chocolates, dezenas de malharias e outra centena de empresas que trabalham na construção civil – um dos setores mais rentáveis do município.
A agroindústria também tem grande destaque na economia local, uma vez que emprega famílias inteiras – de imigrantes italianos e alemães em sua maioria – em mais de 70 empresas artesanais ou semi-artesanais que produzem mel, geleia, vinho, queijo, graspa, pão caseiro e cuca.

Fernando de Noronha é um arquipélago pertencente ao estado brasileiro de Pernambuco, formado por 21 ilhas e ilhotas, ocupando uma área de 26 km², situado no Oceano Atlântico, a leste do estado do Rio Grande do Norte. Constitui um Distrito estadual de Pernambuco desde 1988, quando deixou de ser um território federal, cuja sigla era FN, e a capital era Vila dos Remédios. É gerida por um administrador-geral designado pelo governo do estado. A ilha principal tem 17 km² e fica a 545 km do Recife e a 360 km de Natal.
Após uma campanha liderada pelo ambientalista gaúcho José Truda Palazzo Jr., em 1988 a maior parte do arquipélago foi declarada Parque Nacional, com cerca de 8 km², para a proteção das espécies endêmicas lá existentes e da área de concentração dos golfinhos rotadores (Stenella longirostris), que se reúnem diariamente na Baía dos Golfinhos - o lugar de observação mais regular da espécie em todo o planeta. O centro comercial em Noronha é Vila dos Remédios, mas não é considerada capital por ser a ilha um distrito estadual. O parque nacional é hoje administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) 

Trancoso
Praia de Taperapuã
Passarela do Álcool -



Olinda tem uma população de cerca de 377 000 no total (360 554 na zona urbana), e uma área de 37,9 km², fazendo parte da Região Metropolitana do Recife, e localiza-se a uma distância de 6 km de Recife, capital do estado. Faz limite ao norte com Paulista, ao sul e oeste com Recife, a leste com Oceano Atlântico. Olinda foi o ponto de partida, não só para o povoamento do interior pernambucano, mas também para a ocupação dos estados Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Maranhão. Somente Sergipe e Piauí, por terem sido povoados pelos baianos, não devem sua ocupação a Pernambuco.
Olinda é um município essencialmente habitacional, comercial e turístico. Pode-se dizer que é uma "semicidade dormitório", em relação à capital pernambucana, a vizinha Recife. Os habitantes são majoritariamente de classe média e de classe baixa.
A criação do município de Balneário Camboriú ocorreu apenas em 1964, quando se emancipou de Camboriú passando a ter o mesmo nome, mas com adjetivo "Balneário" incorporado no nome. Os primeiros habitantes da região eram indigenas. A ocupação começa a ocorrer com a chegada do açoriano Baltasar Pinto Corrêa. Em 1848, passou a ser distrito da cidade de Itajaí, chamado de Bairro da Barra com a construção da Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso.
Em 1964, o distrito obteve autonomia, passando a minicípio com o topônimo de Balneário de Camboriú, alterado, em 1979, para Balneário Camboriú.
Atualmente, a populaçãoé uma mistura de descendente de português, alemães, italianos e poloneses, em grande maioria e, em minoria, de japoneses.
Manaus é uma cidade rica em manifestações folclóricas. Nos meses de junho e julho realizam-se festivais por toda a cidade, exteriorizando as tendências culturais da população amazonense de origem indígena, nordestina e portuguesa, além das influências orientais, marcadamente da cultura árabe. Dentre essas manifestações, a dança vem em primeiro lugar, através das apresentações de bois-bumbás, cirandas, quadrilhas caipiras, danças indígenas, nordestinas e danças africanas; pastorinhas e outras. Além do Festival Folclórico do Amazonas, realizado no Centro Cultural de Manaus (Sambódromo), também acontecem eventos ao ar-livre em bairros e nos ginásios dos colégios, com apresentações diversificadas. Outra manifestação popular realizada anualmente é a Festa do Boi-Bumbá, originária do Maranhão e difundida por todo o Brasil, que tornou-se atração turística no Amazonas, graças ao espetacular festival realizado na ilha de Parintins, no interior do Estado.
O boi-bumbá mobiliza a população manauara, que durante o período se desloca maciçamente para a ilha. Em Manaus, os ensaios dos boi-bumbás acontecem de março a junho em clubes e casas de shows da cidade e, especialmente, em espaços curiosamente chamados de currais de boi - os mais conhecidos são os dos Bumbás Garantido e Caprichoso. Manaus mantém viva a sua própria tradição do boi-bumbá, preservada pelas comunidades dos bairros periféricos. No mês de junho são realizadas festas caipiras, em que parentes, vizinhos e amigos se confraternizam e divertem. São acontecimentos muito alegres, levados ao som de músicas da época e fogos de artifício, acompanhados por quitutes juninos, como o munguzá (mingau preparado com milho branco), o bolo de macaxeira (nome regional para a mandioca ou aipím), o bolo de milho, a tapioca, a banana frita, o tacacá (feito com o tucupi, que é o sumo da mandioca brava) e o aluá (bebida fermentada, preparada com abacaxi e mangarataia).
Festa do Boi-Bumbá: Originária do Maranhão, com o nome de Bumba-Meu-Boi, a brincadeira do Boi-Bumbá tomou características próprias no Amazonas, devido à miscigenação indígena, tornando-se um interessantíssimo produto turístico. Na ilha de Parintins, no Rio Solimões, a 420 km de Manaus, acontece a maior manifestação folclórica da Amazônia, promovido pelo Governo do Estado do Amazonas através da Secretaria Estadual de Cultura e Turismo - Sectur, quando a cidade se divide em Azul e Vermelho - as cores dos bumbás Caprichoso e Garantido. Realizado nos dias 28, 29 e 30 de junho, o espetáculo mobiliza milhares de pessoas, entre moradores da ilha e visitantes de Manaus e de outras regiões do país e do mundo. O ponto alto das apresentações é a representação da morte do boi, parte da lenda que conta a história de Mãe Catirina que, durante a gravidez tem o desejo de comer língua de boi. O Pai Francisco, seu marido, sacrifica o boi da fazenda onde trabalha para satisfazer a vontade da mulher. O patrão descobre a façanha e decide prender Pai Francisco com a ajuda dos vaqueiros, mas os índios ajudam a esconder Pai Francisco. O padre e o médico das redondezas tentam, não conseguem ressuscitar o animal, mas o pajé da tribo indígena, fazendo uso de seus poderes sobrenaturais e encantamentos, consegue fazer o boi reviver. Com o boi vivo, novamente, a festa se reinicia, num ritmo frenético e irresistível.